Transferência de custodiados para nova unidade prisional reforça segurança no sistema de custódia militar
A transferência dos custodiados do antigo Núcleo Prisional da Polícia Militar, localizado no bairro Monte das Oliveiras, para a nova Unidade Prisional da Polícia Militar do Estado do Amazonas (UPPM/AM), instalada no prédio anteriormente ocupado pelo Centro Feminino de Educação e Capacitação (CEFEC), na área extramuros do complexo penitenciário estadual, na BR-174, ocorre como parte de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP), a Polícia Militar do Amazonas (PMAM) e o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da 60ª Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional (60ª PROCEAPSP).
A medida foi adotada após a saída de 23 presos da antiga unidade prisional, situação em que os custodiados passaram à condição de foragidos. O episódio acendeu um alerta sobre a necessidade de reforçar a segurança no sistema de custódia militar, além de impulsionar mudanças estruturais e administrativas para garantir maior controle e eficiência no funcionamento da unidade.
De acordo com o ajustamento firmado entre os órgãos, a transferência possui caráter exclusivamente administrativo e representa a mudança de domicílio prisional dos custodiados. A ação está sendo conduzida pela SEAP dentro do processo de desativação da antiga unidade e da implantação da nova estrutura destinada à custódia de policiais militares.
A nova Unidade Prisional da Polícia Militar foi instalada em um espaço considerado mais adequado para atender às exigências de segurança e operacionalidade do sistema penitenciário, permitindo melhores condições de monitoramento e controle dos internos.
O Ministério Público acompanha e fiscaliza todo o procedimento de transferência, com o objetivo de assegurar que a mudança ocorra dentro da legalidade, da normalidade operacional e com respeito às garantias previstas em lei. A atuação ministerial também busca garantir a correta execução das medidas estabelecidas no TAC e prevenir novas falhas no sistema.
A expectativa é que a nova estrutura contribua para o fortalecimento da segurança institucional e para uma gestão mais eficiente da custódia dos militares presos no estado.
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